-Literios
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“Se for para soltá-la, nem precisa segurar minha mão.”
— Junior Ruiz
-Chove lá fora e eu sem você '[...]
©rejeitei
"Nem me preocupei em escrever. Tinha épocas em que o melhor era ficar longe da máquina. Um bom escritor sabe quando deve parar de escrever. Qualquer um é capaz de datilografar. E eu nem era um bom datilógrafo; era mau também em ortografia e gramática. Mas sabia quando deixar de escrever. Era como trepar. Você tinha de dar um tempo pra divindade de vez em quando."
Charles Bukowski. (via distanciarei)
"Não é insegurança, não. É só medo de perder o que demorei a vida toda para encontrar."
Never let me go, do you remember?  (via um-bobo-ciumento)
"Posso te ligar? Não tenho assunto, mas e que bateu uma saudade de ouvir sua voz."
Gramaticas. (via um-bobo-ciumento)
"Mas, bem no fundo, ainda existe aquela esperança boba."
Gian Lucas. (via um-bobo-ciumento)
"A gente tem e sempre vai ter a escolha de pegar ou largar, ir ou ficar, se abraçar ou se soltar de vez."
Clarissa Corrêa. (via um-bobo-ciumento)
"Querido Carlos.
Bom, eu não sei como começar esta carta, você bem sabe que eu nunca me dei bem com começos. Pensando bem, eu nem lembro como começamos, se é que um dia tivemos um começo. Bom Carlos, desde a sua partida eu andei partida. Meio clichê, mas você me conhece, eu sempre usei essas frases de efeito. Minha psicologa mandou te escrever uma carta, contando tudo que eu sinto, ou deixei de senti. Ela disse que mesmo que eu não entregue a ti, pelo menos eu coloquei pra fora o que eu venho tentando esconder. Sim, tentando esconder. Nunca fui boa com mentiras, mas ultimamente foi o que eu andei contando. Falei para todos que eu estava bem, que eu iria seguir em frente numa boa, como se nada tivesse acontecido. Eu acreditava, juro! Mas com o passar dos dias, a sua falta se tornou um peso. E como um fardo, ficou pesado demais para mim. As lágrimas vinham com facilidade, e por incrível que pareça, até o meu vizinho gostoso se chama Carlos. Peguei uma pequena raiva dele, e de todos os outros que me lembravam você. Eu não sei o que anda acontecendo comigo ultimamente, eu nunca fui de ir para baladas, de beber todas e ficar com ressaca no outro dia. Mas parece que, mesmo sendo uma forma desesperada de te esquecer está dando certo. Eu beijei outras bocas para esquecer o doce dos teus lábios, tentei encontrar carinho em outros abraços. Não vou ser criança dizendo que encontrei, pois o teu perfume ainda é o meu preferido. Eu não sei o seu novo endereço, e pensando bem, não quero saber. As feridas causadas por sua causa, me tornaram um ser desconhecido, até para mim, que tinha tanta certeza de quem eu era. E por meio destas palavras sem sentido, estou te deixando ir. Cansei de alimentar esperanças por algo que deixou de existir."
O Diário de Sofi.    (via revejo)
"Eu sou a minha melhor crítica, e também a mais severa. Sei o que é bom e o que não é. Uma pessoa que não escreva, não sabe o quanto é maravilhoso; eu costumava lamentar-me por não saber desenhar, mas agora estou cheia de alegria por, ao menos saber escrever. E,se não tiver talento para escrever livros ou artigos de jornal, posso escrever só para mim. Mas quero mais que isso. Não me imagino ser igual aquelas mulheres que trabalham, e são esquecidas. Preciso de ter mais alguma coisa a que me dedicar. Não quero ter vivido em vão como as outras pessoas. Quero ser útil para as pessoas,mesmo aquelas que não conheci. Quero continuar a viver depois da morte! E é por isso que estou tão grata a Deus por me ter dado este dom que posso usar para me exprimir tudo o que esta dentro de mim."
O Diário de Anne Frank.  (via revejo)